TESTEMUNHO

TESTEMUNHO - TEMA 1

A razão por que Deus deseja que testemunhemos é, primeiramente, o nosso bem.

Suponhamos que um dia eu comece a caminhar de São Francisco para o Colégio União do Pacífico – a Terra Prometida! Você aparece no seu carro, pára e me oferece uma carona. Se eu entrar no carro e viajar com você, chegarei mais rápido ao meu destino; serei poupado de muitos calos. Mas estava seguindo naquela direção, de qualquer forma.
Vamos inverter a situação. Um dia eu começo a caminhar de São Francisco para Reno – outro lugar! Você chega com seu carro, pára e me oferece carona. Se eu aceitar e viajar com você, chegarei mais depressa em Reno; terei me poupado de muitos calos pelo caminho (conquanto vá arranjar muitos mais calos quando estiver lá!) Mas teria alcançado Reno, de qualquer modo.
Esta é uma tentativa de formular uma parábola quanto à questão do testemunhar – e nossa parte é ir, falar e compartilhar o evangelho. As vezes, os teólogos argumentam quanto à revelação especial versus revelação geral. Aqueles que são a favor de revelação especial declaram que a fim de alguém vir a se salvar, tem de ouvir a história de Cristo e aceitá-la especificamente. Os revelacionistas especiais insistem em que, a menos que aqueles que já foram a Cristo saiam, falem e compartilhem, as pessoas se perderão eternamente.
Por outro lado, os revelacionistas gerais crêem que Deus julgará cada indivíduo com base na luz que tenha recebido, e que se o máximo que a pessoa conheceu em sua vida foi responder a Deus na Natureza, isso lhe será suficiente. Você pode considerá-lo de um ponto de vista filosófico e concluir que sendo Deus um Deus de amor, e sendo Deus justo e imparcial, Ele não poderia fazer com que alguém se perdesse com base no que eu faça ou deixe de fazer.
Há um bom apoio para essa posição de fontes inspiradas também. S. João 1:9 declara que Cristo é a Luz, ''que ilumina a todo homem".
Um comentário na Review and Herald de 22 de junho de 1911 assim reza: "No dia do juízo, quando lhe for feita a pergunta por que não obedeceu os mandamentos de Deus, você não poderá apresentar uma desculpa aceitável apelando para a desobediência de outro ser."
Sem dúvida, podemos levar as boas novas da salvação a outros e ser usados como instrumentos de Deus para alcançá-los para Ele. Como na parábola sobre o caminhar para a Terra Prometida, podemos abreviar sua busca de Deus, talvez por anos, se formos, e falarmos, e compartilharmos. Mas Deus não deixa a nosso encargo determina o seu destino eterno.
Se isto for verdade, então qual é o propósito do testemunho cristão? Temos freqüentemente ouvido apelos para ajudar a espalhar o evangelho em benefício dos que estão "lá fora''. Mas se Deus pode alcançá-los sem a nossa ajuda, por que nos pede que nos envolvamos? Não teria sido mais fácil deixar a obra de ganhar almas aos anjos, que certamente são mais capazes do que venhamos a ser? É-nos dito que no final, anjos realizarão a obra que os homens podiam ter feito. Ver Mensagens Escolhidas, livro 1, pág. 118. Se isso for acontecer no fim, então por que não agora, e poupar-nos de todos os erros que temos cometido na tentativa de compartilhar nossa fé?
A resposta é encontrada ao compreendermos o propósito de Deus em nos dar uma parte na atividade de testemunho cristão. Se deseja melhor sumário do testemunho cristão, leia em Caminho a Cristo o capítulo "Atividade e Vida".
"O esforço no sentido de abençoar aos outros reverterá em bênçãos para nós mesmos. Foi este o propósito de Deus dando-nos uma parte a desempenhar no plano da redenção." – Caminho a Cristo, pág. 79.
Testimonies, vol. 3, pág. 391, declara-o até mais claramente:
"Seja qual for a necessidade que haja para nossa atividade no avanço da causa de Deus, Ele tem propositadamente feito os arranjos para o nosso bem."
Às vezes as pessoas temem que se aceitamos esta verdade, ela destrua toda motivação para ir, e falar, e compartilhar! Parece algo egoísta envolver-se no serviço em proveito próprio, e não em proveito dos outros. Mas observe, por favor, que há uma diferença entre o propósito de Deus em nos envolver no testemunho cristão e nosso propósito em envolver-nos. Tomamo-nos ativos no serviço para Ele, porque temos algo para contar, e não podemos esperar para compartilhá-lo. Envolvemo-nos no serviço, porque desejamos que outros compreendam a verdade que nos deu liberdade. Buscamos alcançar outros, porque fomos honrados com o privilégio de ser cooperadores de Deus.
Ao sairmos para testemunhar, em benefício dos outros e por causa do próprio Deus, o resultado inevitável é que nossa própria alma será abençoada. E da perspectiva de Deus, é isto que Ele tem em mente o tempo todo.

TESTEMUNHO - TEMA 2
O desejo de compartilhar vem naturalmente ao cristão genuíno (conquanto os métodos possam variar).

Você não pode conservar o seu periquito dentro de um Tupperware! Não estou dizendo que não deve fazê-lo; estou dizendo que não pode. Se tentar tal coisa, não terá seu periquito por muito tempo. Terá apenas um patético pequeno monte de penas!
Caminho a Cristo, pág. 78, declara:
"Tão depressa uma pessoa se chegue para Cristo, nasce-lhe no coração o desejo de revelar aos outros que precioso amigo encontrou em Jesus; a salvadora e santificante verdade não lhe pode ficar encerrada no coração. Se nos achamos revestidos da justiça de Cristo, e cheios da alegria proveniente da habitação de Seu Espírito em nós, não nos será possível calar-nos. Se provamos e vimos que o Senhor é bom, teremos alguma coisa a dizer."
Você pode encontrar declarações semelhantes por todo o Espírito de Profecia.
"Mas Jesus não pediu aos discípulos: Esforçai-vos por fazer resplandecer a vossa luz; Ele disse: "Resplandeça." Mat. 5:16. Se Cristo habita no coração, é impossível esconder a luz de Sua presença." – O Maior Discurso de Cristo, pág. 41.
"O primeiro impulso do coração regenerado é levar outros também ao Salvador." – O Grande Conflito, pág. 70.
O desejo de partilhar as boas novas com outros, vem naturalmente ao cristão genuíno. Desejar compartilhar as boas novas advém naturalmente a qualquer pessoa! Talvez se lembre da história dos leprosos nos dias da fome em Israel. A cidade estava sob cerco, e as pessoas morriam de fome. Um grupo de leprosos decidiu aventurar-se fora da cidade, esperando encontrar alguma migalha de alimento. Raciocinaram que se fossem mortos na tentativa, em breve iriam morrer mesmo. Para sua surpresa, o inimigo havia fugido à noite, deixando suas tendas e suprimentos. Os leprosos comeram e beberam, e levaram consigo prata e ouro das primeiras duas tendas que visitaram. A partir dai, o desejo natural de compartilhar as boas novas dominou-os! Poderá ler a respeito em II Reis 7:9: "Então disseram uns para os outros: Não fazemos bem: este dia é dia de boas novas, e nós nos calamos." Assim, foram para a cidade a fim de compartilhar o que haviam descoberto.
A despeito do fato de que o desejo de compartilhar ocorre naturalmente, é possível não compartilhar. Se você resiste ao desejo natural de compartilhar, perde-o, assim como perderia o seu periquito se o tivesse preso num Tupperware.
"A graça de Deus não permanecerá por muito tempo na alma daquele que, tendo reais privilégios e oportunidades, permanece em silêncio. Tal homem em breve descobrirá que nada tem a dizer.'' – Ellen G. White, Review and Herald, 22 de agosto de 1899.
Isso nos traz a outra importante verdade: nem todos dentre nós compartilhará as boas novas da mesma maneira. Todos terão um desejo natural de compartilhar, o qual todos perderão se recusarem pô-lo em ação. Mas nem todos empregarão o mesmo método em compartilhar o evangelho com outros.
O Espírito Santo escolhe os dons de serviço que concede. Nem todos podem operar pelo mesmo método, e nem todos podem ser alcançados pelo mesmo método. Mas, como testemunhas cristãs, teremos cada um algo pessoal para compartilhar, sobre o que Cristo Jesus tem feito por nós. Alguém pode ter uma personalidade extrovertida, e sentir-se bem ao parar estranhos na rua para falar-lhes sobre Cristo. Outro pode ser mais recatado, e trabalhar melhor com aqueles com os quais já se relaciona.
A Ciência do Bom Viver, pág. 143, diz:
"Unicamente os métodos de Cristo trarão verdadeiro êxito no aproximar-se do povo. O Salvador misturava-Se com os homens como uma pessoa que lhes desejava o bem. Manifestava simpatia por eles, ministrava-lhes às necessidades e granjeava-lhes a confiança. Ordenava então: "Segue-Me." João 21:19."
A teoria da "bomba do evangelho" deveria ser explodida! Talvez haja visto o filme "O Balão do Evangelho'', uma sátira sobre alguns métodos de testemunhar, empregados pelos imaturos. As pessoas não são salvas em massa; são salvas como indivíduos. E o testemunho pessoal do que Jesus tem feito por você é ainda o argumento mais convincente que pode apresentar.

TESTEMUNHO - TEMA 3
A pessoa mais feliz no mundo é a mais envolvida em servir a outros. A pessoa mais infeliz é aquela que está mais envolvida em servir ao eu.

Você é feliz? No Jardim de Infância costumávamos cantar uma música que dizia: "Por dentro, e fora, no alto e baixo sempre sou feliz."... Que tal ser feliz o tempo todo? Não muitos dentre nós o conseguem, não é mesmo? Até a Poliana conheceu ocasião de ver sua disposição sempre alegre chegando ao fim!
Mas uma coisa é certa: toda felicidade que encontrou na vida vem como resultado de esquecer-se de você mesmo e empenhar-se em ajudar a outros. A pessoa que mais se envolve em servir a si própria é sempre a mais infeliz.
"Só numa vida de serviço, a verdadeira felicidade é encontrada. Aquele que vive uma vida inútil, egoísta, é infeliz." – In Heavenly Places, pág. 229.
"Aqueles que se empenham mais fortemente para assegurar a própria felicidade, são infelizes. Os que se esquecem do eu, no interesse pelos outros, têm, refletida sobre seu próprio coração, a luz e bênção que transmitem a outros." – Idem, pág. 325.
Uma das metas de Deus para Seu povo é que este seja feliz. As vezes, os religionistas têm passado por alto esse fato, e imaginado que aquele que veste roupas escuras e tem expressão solene, é o que está mais próximo de Deus. Mas este não é o caso. Conquanto seja verdade que há muito mais na felicidade do que a agitação e luminosidade retratadas pelo pessoal de publicidade, é também verdade que os cristãos devem ser as pessoas mais felizes do mundo.
Conta-se a história de um "cristão" sóbrio e sombrio, que tentou partilhar sua fé. Replicou-lhe seu amigo: "Acho que nunca irei ser cristão. Você parece que está com enxaqueca. Você não quer ficar sem a cabeça, mas, custa-lhe mantê-la!"
Por que, em nossa maneira humana de ver as coisas, julgamos que as ocasiões nas quais devemos ser mais solenes são aquelas em que estamos mais perto de Deus? Você já olhou ao seu redor durante um culto de Santa Ceia na igreja? É um culto com intenção e desígnio de ser uma celebração dos pecados perdoados e a garantia de paz com Deus. Mas não, ouse sorrir! Se ó fizer, estará sendo o único!
Às vezes, tenho tentado convencer as pessoas de que não é pecado sorrir durante a Santa Ceia – mas nunca tive muito êxito. Enquanto os diáconos passam os emblemas por todas as fileiras, a atmosfera é muito semelhante à de um funeral. Alguns de nós somos tentados a sorrir para as sóbrias faces ao nosso redor, mas logo desistimos da vitória!
A Santa Ceia deveria ser uma experiência alegre! O culto a Deus deve ser uma experiência alegre! O serviço de Deus deve ser uma experiência alegre. Os cristãos deveriam ser as pessoas mais felizes do mundo – e umas das principais razões, que pode ser verdadeira, é que o cristão genuíno sempre está pensando nos outros, buscando alcançar a outros, e assim perde de vista o próprio eu.
E esse alcançar os outros inevitavelmente traz bênçãos sobre aqueles que estão realizando esse esforço. "Porque qualquer que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de Mim e do evangelho, esse a salvará." S. Marcos 8:36. Dar é receber.
"Os que servem os outros, serão servidos pelo Sumo Pastor. Eles próprios beberão da água viva e ficarão satisfeitos. Não anelarão diversões excitantes, ou uma mudança de vida. O grande objeto de interesse será: como salvar almas prestes a perecer." – O Desejado de Todos as Nações, pág. 480.
Você é feliz? Ou é infeliz? Seu envolvimento no abençoar outros faz a diferença.

TESTEMUNHO - TEMA 4
O serviço cristão na vida espiritual equivale ao exercício na vida física.

Quando o avião do capitão Eddie Rickenbacker desceu sobre o Oceano Pacífico durante a II Guerra Mundial, os sobreviventes flutuaram num salva-vidas, sem alimento ou água, por várias semanas antes de serem finalmente resgatados. Rickenbacker e seu tenente, James Wittaker, escreveram sobre a experiência no livro Fui Piloto de Rickenbacker, em português. Um dos membros da tripulação morreu durante o episódio, e os demais passaram um bom tempo debatendo se deviam ou não comer o seu corpo, antes de finalmente sepultá-lo no mar.
Mas suponhamos que antes daqueles homens terem sido salvos, eu por acaso passasse por ali com meu barco a motor. Os homens do salva-vidas olham-me com seus olhos fundos, imaginando se eu não seria apenas outra miragem. Mas eu me aproximo deles, e digo: ''Vocês têm um problema. Não parecem muito saudáveis. Vocês precisam é de mais exercício!" Eles respondem: "E você precisa é de mais inteligência!"
Por um bom tempo, tive a idéia de que, a maneira de levar as pessoas a se interessarem por coisas espirituais, era envolvê-las em testemunho, e serviço, e ação missionária. Num novo distrito, alistava os supervendedores entre os membros, e tentava levar todo mundo a bater de porta em porta, ou distribuir literatura, ou dar estudos bíblicos.
Cerca de cinco por cento dos membros davam resposta favorável e realmente tentavam testemunhar. Mas o prejuízo era, na verdade, grande. O rebuliço fazia com que muitos se retirassem para evitar o senso de culpa por não se envolverem.
É tolice tentar levar as pessoas a se exercitarem, se estão quase mortas. É tolice, realmente inútil, tentar levar as pessoas a se exercitarem, se elas ainda nem nasceram.
Então tentei outra técnica. Quando ia para uma nova igreja, fazia todo o possível para levar as pessoas a se interessarem pelas coisas espirituais. Começava realçando nosso relacionamento com Deus e as coisas que têm que ver com fé, submissão e vitória. A resposta era extraordinária – a princípio. Mas depois, chegava a um auge e se extinguia. E eu me transferia para outra congregação!
Finalmente, entendi o problema. É vital iniciar com uma ênfase sobre coisas espirituais – mas isso deve ser seguido o mais rápido possível do incentivo às pessoas para se tomarem ativas no serviço cristão. Só podemos manter viva a nova vida em Cristo, quando a compartilhamos. E a única coisa que impedirá que o reavivamento se esgote é começar imediatamente a partilhar com outros as boas novas.
Este equilíbrio é descrito no livro Caminho a Cristo, págs. 80 e 81:
"A força se desenvolve pelo exercício; a atividade é a própria condição de vida. Os que procuram manter a vida cristã aceitando passivamente as bênçãos que lhes são oferecidas pelos meios da graça nada fazendo por Cristo, estão simplesmente procurando comer para viver, sem trabalhar. No mundo espiritual, assim como no mundo natural, isso resulta sempre em degeneração e ruína. O homem que se recusasse a servir-se de seus membros, em breve perderia a faculdade de usá-los. Assim o cristão que não exercita as faculdades que Deus lhe deu, não só deixa de crescer em Cristo, como também perde a força que já possuía."
Cristo empregou o melhor método, ao trabalhar com os Seus discípulos. Primeiro, disse-lhes que O seguissem. Ver S. Mateus 4:19. Depois de algum tempo, deu-lhes a ordem: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo." S. Mateus 28:19.
Só quando aprendermos a segui-Lo, e a continuar seguindo-O, estaremos preparados para o "Ide''.

TESTEMUNHO - TEMA 5
Não podemos dar a outros aquilo que nós próprios não possuímos.

Imagine comigo uma cena de tribunal. A testemunha faz o juramento concordando em "contar a verdade, toda a verdade, nada mais do que a verdade". Toma assento no banco das testemunhas, e o interrogatório tem início.
– Onde estava na noite do crime?
– Em casa.
– O que estava fazendo?
– Estava na cama, dormindo.
– Você viu qualquer coisa incomum?
– Não.
– Ouviu alguma coisa?
– Não, eu dormi durante todo o episódio.
– E você é uma testemunha?
Neste ponto, a "testemunha" é tirada da sala do tribunal, certo?
Há um interessante relato no Velho Testamento sobre uma testemunha que nada tinha para contar. Absalão estava empenhado em tomar o reino de seu pai Davi. Houvera uma batalha, e, no fragor desta, a mula de Absalão passou sob um galho baixo de árvore, e Absalão lá ficou, preso pelos cabelos! Um homem foi testemunha, e recebeu instrução de ir contar ao rei Davi o que tinha visto.
Mas outro homem também se dispôs a ir. Seu nome era Aimaás. Ele se dirigiu ao oficial encarregado, e disse: "Deixe-me ir também. "O oficial respondeu: "Por que deseja ir? Você não tem notícia alguma para relatar. "
Mas Aimaás insistiu. E correu depressa, a despeito de sua falta de informação! De fato, correu tão depressa que até passou à frente da testemunha real, o cusita, e chegou antes dele. Inclinou-se então, perante o rei, e disse: "Tudo está bem'' – o que não era verdade. Mas, quando Davi o pressionou, pedindo detalhes com respeito a Absalão, tudo quanto pôde dizer foi: "Vi um grande alvoroço, ... porém não sei o que era." II Samuel 18:29.
Muitas pessoas dentro da fé cristã têm corrido como Aimaás! Seu zelo tem sido grande, mas sua mensagem é fraca. A fim de ser uma testemunha eficaz, você tem que ter alguma coisa de que dar testemunho!
"Sem uma viva fé em Cristo como Salvador pessoal, é impossível fazer com que nossa influência seja sentida em um mundo cético. Não podemos dar a outros aquilo que nós mesmos não possuímos. É proporcionalmente à nossa própria devoção e consagração a Cristo, que exercemos uma influência para benefício e reerguimento da humanidade. Caso não haja real serviço, nem genuíno amor, nem realidade de experiência, não há poder para ajudar." – O Maior Discurso de Cristo, pág. 37.
O primeiro passo para tornar-se uma testemunha de Cristo é ter uma experiência com Ele por você mesmo. Não basta ter visto uma mudança na vida de outro, ou ter sentido o poder e emoção do evangelho. O testemunho cristão deve sempre basear-se na primeira pessoa. Ninguém se sentirá impressionado com uma testemunha do cristianismo que só possa dizer: "Vi um grande alvoroço, porém não hei o que era''.
O testemunho que o mundo está esperando hoje é o mesmo que Jesus comissionou os restaurados endemoninhados de Gadara a apresentarem. Ele disse: "Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez, e como teve compaixão de ti." S. Marcos 5:19.